A doença do Papa causa pânico enquanto o vírus da COVID-19 se espalha pelo mundo

A doença do Papa causa pânico enquanto o vírus da COVID-19 se espalha pelo mundo

O papa está doente — e grande parte do mundo está preocupada.

O Papa Francisco, o primeiro líder supremo da Igreja Católica Romana proveniente das Américas, cancelou suas aparições públicas por três dias e só agora começou a retomar suas atividades.

O papa de 83 anos tem estado relativamente bem de saúde nos últimos anos, exceto por uma batalha contra a ciática, uma doença nervosa dolorosa. Mas esta última ausência da vida pública, que começou após a aparição pública da última quarta-feira, na qual o pontífice, sempre próximo do povo, cumprimentou e tocou muitas pessoas na Praça de São Pedro, é a mais longa que Francisco já teve. À medida que crescem as preocupações com a propagação do novo coronavírus (a Itália tem mais de dois mil casos confirmados e 52 mortes), o papa tomou precauções e recentemente testou negativo para a COVID-19.

O Vaticano não é o único centro religioso afetado pelo vírus. A Arábia Saudita está suspendendo os vistos para muçulmanos que desejam realizar a Umrah, uma peregrinação a Meca. E em todo o mundo, igrejas, sinagogas, mesquitas, templos e outros locais de culto cancelaram ou modificaram seus horários de culto. Alguns grupos chegaram a alterar vários rituais para evitar o contato direto entre os fiéis, enquanto outros promoveram serviços virtuais ou online como alternativa.


Negócios e turismo afetados

Os negócios internacionais e o turismo também foram afetados. A produção industrial em algumas regiões da China parou completamente com o bloqueio das cidades. Os surtos na Itália e na França levaram a restrições de viagem e ao fechamento de atrações, como o renomado museu de Paris, o Louvre. Grandes conferências internacionais de empresas como Facebook, Shopify e Cisco foram todas canceladas devido ao temor de um possível contágio.

Depois de perder um recorde de 1.191 pontos na última quinta-feira, sua pior queda em pontos em um único dia, o Índice Dow Jones Industrial Average se recuperou em 2 de março —ganhando 1.293,96 pontos, ou 5,1%, em apenas um dia de negociação. De acordo com a CNBC, “O movimento em termos percentuais foi o maior do Dow desde março de 2009. Foi o maior ganho em pontos já registrado para a média das 30 ações.”

Mas esse ganho maciço em um único índice de ações não compensa as perdas dos mercados financeiros em todo o mundo. Como a economia da China, a segunda maior do mundo, encontra-se em grande parte em um estado de inércia, os especialistas estão apreensivos quanto ao que isso significa para o futuro. O confinamento na China é uma interrupção no abastecimento que levou muitas empresas a transferir a produção para outros países. E essas empresas podem decidir nunca mais voltar, mesmo após o fim do surto.

Além de tudo isso, há o “fator medo” geral associado à doença. À medida que o vírus continua a ceifar vidas em todo o mundo — até mesmo um funcionário do governo iraniano —, as prateleiras dos supermercados foram esvaziadas de água engarrafada, fraldas e papel higiênico, entre outros suprimentos essenciais, em antecipação a um surto nos EUA. Alguns eleitores já repreenderam os líderes por sua resposta ao surto.


Os cristãos devem temer?

Se todas as notícias sobre o coronavírus têm causado preocupação em você, saiba que Deus compreende seus medos — e tem soluções para eles. Jesus, em João 10:10, prometeu vida eterna para aqueles que O seguem: “O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” Os crentes podem se apegar a essa declaração!

Há evidências de que esse novo coronavírus está afetando não apenas nossa saúde, mas também nosso trabalho, nosso lazer, nossa sociedade e nosso próprio modo de vida. Certos líderes e organizações tentaram acalmar os temores propagando uma mensagem de “paz e segurança” (1 Tessalonicenses 5:3), mas a Bíblia adverte contra esse tipo de tática. Em vez disso, as Escrituras nos instruem a “vigiar e ser sóbrios” (v. 6). Ela não busca nos embalar em uma falsa sensação de segurança, mas, ao contrário, nos apresenta os fatos, de forma clara e simples.

Mateus 24 descreve explicitamente eventos que ocorrerão em breve — entre eles “pestilências” (v. 7) — antes do fim do mundo. Jesus não revelou essas previsões sinistras para causar medo nos corações de Seus discípulos. Ele lhes disse isso para que eles, assim como nós, estivéssemos cientes, informados e preparados: “Assim também vocês, quando virem todas essas coisas, saibam que está próximo — às portas!” (v. 33).

Não temais… a pestilência que anda nas trevas.

“Não temerás… a peste que anda nas trevas”, aconselha o Salmo 91:5, 6, pois Deus diz a respeito de Seus seguidores: “Com vida longa o satisfarei, e lhe mostrarei a minha salvação” (v. 16). Embora a morte possa nos levar aqui na terra, nossa vida eterna está garantida no livro da vida de Deus. “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”, afirma o Salmo 46:1, 2. “Por isso não temeremos.” Em meio às nossas dúvidas e ansiedades, Deus já providenciou um caminho para a paz em Sua Palavra.

A Bíblia oferece muitos versículos para acalmar nossos medos, e o site Amazing Facts tem uma lista deles disponível online. Um estudo bíblico conduzido pelo pastor Doug Batchelor oferece mais segurança em tempos de incerteza. Existe, de fato, uma“Provisão Divina para a Ansiedade”, e essa é a mensagem de Jesus Cristo!

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