Já chegamos?

Já chegamos?

Se você já levou uma criança — ou várias — no carro para uma longa viagem, é quase certo que já ouviu essas quatro palavras mais de uma vez durante o trajeto: “Já chegamos?”

Não é de se surpreender que milhões de pessoas em todo o mundo estejam perguntando a mesma coisa. Quando nossas sociedades voltarão a funcionar normalmente? Quando poderemos voltar ao trabalho, à igreja ou à escola? Quando poderei cortar o cabelo? (Fique tranquilo, essa é uma preocupação quase crítica para alguns.)

Se você ainda não está farto — a ponto de abrir a janela, se inclinar para fora e gritar de raiva ou desespero —, logo poderá estar.

Em 24 de abril, a empresa de marketing Kelton Global informou: “Mais de um quarto das pessoas afetadas pelas ordens de confinamento relatam já ter atingido seu limite, enquanto quase três quartos esperam atingi-lo daqui a cinco semanas, se as ordens permanecerem em vigor.”


As “sérias implicações” do confinamento

O Dr. Martin Eichholz, diretor de insights da empresa, disse: “Nossas descobertas destacam as implicações cada vez mais graves das ordens de confinamento e conferem certa urgência às ações de políticos e organizações que tentam gerenciar as consequências da COVID-19.”

De acordo com a empresa, “os dados também mostram que o impacto emocional é mais pesado para alguns”, afetando mais mulheres do que homens, mais jovens do que pessoas de meia-idade e, talvez mais obviamente, mais daqueles em graves dificuldades financeiras.

O que vem a seguir? O comunicado da Kelton Global prevê: “Em conjunto, os dados sugerem que os eventos que vimos nos últimos dias são apenas o começo, e devem ser esperadas novas escaladas com um número maior de manifestantes e violações das ordens governamentais.”

Na última semana, manifestantes — alguns portando abertamente armas permitidas pela lei estadual e cartazes estampados com suásticas ou forcas —se reuniram no prédio da Assembleia Legislativa em Lansing, Michigan, para denunciar várias restrições impostas pela governadora Gretchen Whitmer.

Na Virgínia, Jenny Karnes dirigiu um total de seis horas de ida e volta até a capital do estado, Richmond, para protestar contra o lockdown. Ela observou que as pessoas “podem ir ao Walmart, ao Target, aos postos de gasolina, e é como se nada estivesse acontecendo nessas grandes redes de lojas, mas, ainda assim, o cabeleireiro e o pequeno empresário têm que fechar. Não é justo para os outros que não têm escolha”.

Ela, como muitos outros, acredita que a tentativa do governo de “matar de fome” o vírus apenas criou outro mal igualmente grave: a morte por pobreza. “A violência econômica que estamos infligindo à nossa sociedade não tem um impacto tão rápido quanto o vírus, mas seus efeitos nocivos serão mais duradouros e profundos”, escreveu Harry J. Kazianis, do Center for the National Interest.


Estamos escolhendo a vida?

A razão por trás desses protestos é clara: os manifestantes não acreditam que seu governo tenha seus melhores interesses em mente. A desconfiança nos líderes e em suas leis de emergência está crescendo rapidamente.

Mas você sabia que existe uma lei suprema do país na qual todos podemos confiar? É uma lei não apenas para os cidadãos dos Estados Unidos, não apenas para os povos de todas as nações, mas para toda a Criação. É uma lei que nunca falha e que nunca pode ser alterada; segui-la é abraçar a vida eterna e uma melhor qualidade de vida.

É a lei de Deus.

Sunrise

Eu vim para que tenham vida, e para que a tenham em abundância.

Esse é o propósito primordial de Deus: que vivamos. Em Deuteronômio 28, lemos: “Agora, acontecerá que, se obedecerdes diligentemente à voz do SENHOR, vosso Deus, observando cuidadosamente todos os Seus mandamentos que hoje vos ordeno, o SENHOR, vosso Deus, vos colocará acima de todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, porque obedeces à voz do SENHOR, teu Deus: Serás abençoado na cidade, e serás abençoado no campo. Abençoado será o fruto do teu ventre, o produto da tua terra e o aumento dos teus rebanhos, o aumento do teu gado e a descendência das tuas ovelhas. Abençoada será a tua cesta e a tua tigela de amassar” (vv. 1–5).

Deus promete que, se seguirmos Sua lei, seremos abençoados não importa onde estejamos — mesmo que seja em isolamento. Suas bênçãos trazem provisões e sustento abundantes. Suas bênçãos também trazem valor imaterial. Números 6:24–26 promete que, quando o Senhor te abençoar, Ele “te dará paz”. Que presente inestimável durante este tempo de crise — uma mente em paz, uma mente confiante na sobrevivência pelo Senhor.

E em uma época em que muitos percebem que suas liberdades estão lentamente se esvaindo, Deus nos concede o belo dom do livre arbítrio. “Escolha, pois, a vida”, diz Ele, “para que você e seus descendentes vivam; para que você ame o Senhor, seu Deus, para que obedeça à Sua voz e para que se apegue a Ele, pois Ele é a sua vida e a duração dos seus dias” (Deuteronômio 30:19, 20). Você tem uma escolha — seguir a lei de Deus ou não.

Quer o confinamento local dure mais uma semana ou mais quatro semanas, quando você escolher a Deus, nunca passará por necessidade. Você quer compartilhar essa bênção com outras pessoas? Nosso novo artigo detalha“4 maneiras fáceis de compartilhar sua fé durante o confinamento por causa do coronavírus”, e é uma ótima leitura que o inspirará a usar esse tempo para o reino de Deus!

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