O Papa promove o domingo

O Papa promove o domingo

Durante sua viagem à Itália na semana passada, o popular líder da Igreja Católica desaconselhou a abertura de estabelecimentos comerciais aos domingos como forma de proporcionar emprego às pessoas pobres. Ele também afirmou que trabalhar aos domingos tem um impacto negativo nas famílias e não é benéfico para a sociedade.

“Francisco disse que a prioridade deve ser ‘não econômica, mas humana’, e que o foco deve estar nas famílias e nas amizades, não nas relações comerciais. Ele acrescentou: ‘Talvez seja hora de nos perguntarmos se trabalhar aos domingos é verdadeira liberdade.’ Ele disse que passar os domingos com a família e os amigos é uma ‘escolha ética’ tanto para os fiéis quanto para os não fiéis.” [1]

É claro que é perfeitamente razoável encontrar tempo para passar com nossas famílias todas as semanas, mas será que uma tradição cristã é sempre uma verdade bíblica? Não neste caso. A Bíblia não apenas é inequivocamente clara sobre qual dia é o dia de descanso, o sábado de Deus, mas também adverte que chegará um dia em que um substituto para o quarto mandamento será imposto como um ponto de teste para verificar se as pessoas seguirão as leis de Deus ou as regras da humanidade.

Os santos Dez Mandamentos de Deus identificam explicitamente qual dia da semana é para adoração e descanso do trabalho: “Lembre-se do dia do sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus. Nele não farás obra alguma; nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu gado, nem o estrangeiro que estiver dentro das tuas portas” (Êxodo 20:8–10).

Era costume de Jesus adorar no sétimo dia (Lucas 4:16). O sábado não foi estabelecido apenas para os judeus, mas foi instituído por Deus na criação, antes mesmo de haver judeus (Gênesis 2:2, 3). Nunca as dez leis de Deus foram alteradas pelo Senhor ou pelos apóstolos (Atos 17:2; 13:13, 14). Todas as pessoas são chamadas a honrar o dia santo de Deus (Isaías 56:2, 6, 7).

Mas se a observância do domingo não está na Bíblia, por que tantas pessoas adoram a Deus no primeiro dia em vez do sétimo dia? A Bíblia previu que um poder “pretenderá mudar os tempos e a lei” (Daniel 7:25). Jesus advertiu que alguns tornariam “o mandamento de Deus sem efeito por meio de vossa tradição” (Mateus 15:6). Ele acrescentou: “Em vão me adoram, ensinando como doutrinas os mandamentos dos homens” (v. 9).

Deus predisse que pessoas equivocadas anunciariam que o dia santo de Deus havia sido mudado do sábado para o domingo. Esse erro foi transmitido de geração em geração como um fato. Mas essa tradição viola a lei de Deus. Somente Deus pode determinar qual dia é santo. É perigoso interferir nos santos mandamentos de Deus.

É no sétimo dia que Deus nos pede para interrompermos nossas atividades laborais regulares e para adorarmos e descansarmos. Obedecer a Deus é uma escolha bíblica que resulta em verdadeira liberdade. Violar a lei de Deus traz escravidão.

Se você quiser saber mais sobre o verdadeiro sábado de Deus, clique aqui.

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