Nova pesquisa científica afirma que a duração dos dias determina a vida

Nova pesquisa científica afirma que a duração dos dias determina a vida

No Lago Huron, em Michigan, encontra-se o Middle Island Sinkhole, um poço escuro com 24 metros de profundidade, repleto de bactérias viscosas, pegajosas e fétidas. Com base nas descobertas feitas nesse poço, existe agora uma equipe de pesquisadores — com membros vindos de Michigan até a Alemanha — que contribuiu com mais uma hipótese para a teoria da evolução.

A teoria da evolução, crença dominante da ciência, afirma que toda a vida surgiu da forma mais simples e depois evoluiu para toda a sua variedade de formas complexas. De acordo com esse conceito, o planeta Terra foi, de alguma forma, formado por acaso a partir de resquícios do sol. Existem múltiplas possibilidades sobre como isso pode ter acontecido.

Então, depois que a Terra se tornou um planeta, a vida de alguma forma surgiu nela. Existem dezenas de outras possibilidades sobre como isso aconteceu. Mas com elas surge um dos muitos enigmas que a teoria da evolução gerou: o problema do oxigênio.

Para que a vida começasse de acordo com o modelo evolutivo, os cientistas perceberam que a atmosfera da Terra precisaria estar desprovida de oxigênio. Mas, para que a vida fosse sustentada, a atmosfera da Terra precisaria ter oxigênio; na verdade, precisamente a quantidade de oxigênio que ela possui. Em outras palavras: “Se houvesse oxigênio, a vida não poderia começar. Se não houvesse oxigênio, a vida não poderia começar.”

É, reconhecidamente, “um dos grandes mistérios da ciência”.

A solução para esse enigma é a afirmação de que a Terra começou sem oxigênio, mas que, em dois momentos diferentes — há bilhões e depois milhões de anos —, ocorreram de alguma forma dois Grandes Eventos de Oxidação distintos, cada um produzindo um rápido aumento do oxigênio na atmosfera, abrindo assim caminho para que todos os tipos de formas de vida complexas acabassem por evoluir. Presume-se que as cianobactérias tenham causado essa mudança massiva por meio do processo de fotossíntese, um ciclo em que, em termos muito simplificados, a luz solar é usada para emitir oxigênio na atmosfera.

Mas muitas questões ainda permanecem, entre elas a questão do tempo. Que explicação há para esses enormes saltos nos níveis de oxigênio se as cianobactérias estavam simplesmente ali, fazendo o que sempre fizeram, ao longo de eras? Bem, essa equipe acredita ter uma possível resposta.


E então surgiu… a luz?

De acordo com seu estudo, publicado em 2 de agosto na revista online Nature Geoscience, a equipe realizou experimentos com bactérias extraídas do Middle Island Sinkhole e descobriu — sem surpresa — que quanto mais luz esses organismos unicelulares recebiam, mais oxigênio produziam.

Os pesquisadores escolheram as bactérias do Lago Huron por um motivo. Para eles, elas se assemelhavam às primeiras formas de vida no planeta Terra. Judith Klatt, uma das principais cientistas, disse: “Na verdade, imaginamos que o mundo se parecia um pouco com o sumidouro de Middle Island durante a maior parte de sua história.”

O buraco criou um ambiente “rico em enxofre e pobre em oxigênio”. Vivem no buraco dois tipos diferentes de bactérias: as “bactérias brancas que se alimentam de enxofre”, que decompõem o oxigênio, e as “cianobactérias roxas”, que produzem oxigênio por meio da fotossíntese.

Quando a quantidade de luz solar fica abaixo de um certo “limite crítico”, as bactérias brancas cobrem as cianobactérias roxas, impedindo sua produção de oxigênio. Mas quando a quantidade de luz solar ultrapassa esse limite, as bactérias brancas se movem para baixo das cianobactérias, deixando um caminho livre para que a fotossíntese ocorra.

Portanto, a questão é: como essas bactérias passaram de não produzir oxigênio para produzir 21% do oxigênio na atmosfera primitiva da Terra? Entra em cena Brian Arbic, oceanógrafo da Universidade de Michigan, que acredita que “a complexa física do atrito das marés e da interação com a Lua” fez com que a Terra girasse em um ritmo cada vez mais lento. Isso significa que a duração de um dia na Terra teria, com o tempo, aumentado “de seis horas para as atuais 24 horas”.

E quando o dia se alongou, as bactérias brancas revelaram as cianobactérias e —voilà! A fotossíntese pôde ocorrer por um período de tempo muito mais longo, produzindo quantidades exponenciais de oxigênio na atmosfera e tornando-se o canal para toda a outra vida.

Você foi criado à Sua imagem, à imagem de Deus. Você não existe por acidente ou por acaso.

O Criador

Você acredita nisso? Você acredita que veio de “tapetes gelatinosos de bactérias, que cheiram a ovos podres”?

O fato é que essa hipótese se baseia em várias suposições anteriores, todas fundamentadas no ambiente da Terra em seu início. Mas, no fim das contas, também é fato que nenhum de nós estava vivo naquele momento. Nenhum de nós viu o mundo quando ele foi formado. Nenhum de nós estava lá para testemunhar as origens da vida.

Mas há Alguém que estava. E é Ele quem pergunta: “Onde estavas tu quando eu fundava a terra? Diz-me, se tens entendimento. Quem determinou as suas medidas? Certamente tu sabes!” (Jó 38:4, 5). Ele é o Senhor nosso Deus, o Criador do universo, o Doador da tua vida

Você foi criado à Sua imagem, “à imagem de Deus” (Gênesis 1:27), “coroado… de glória e honra” (Salmo 8:5). Você não existe por acidente ou por acaso. Você foi planejado por Deus, “que faz todas as coisas” (Isaías 44:24), que criou nosso mundo em seis períodos de 24 horas, nem mais nem menos. E, além disso, Ele nos exorta em toda a Escritura a conhecer esta certeza: que “em seis dias o Senhor fez os céus e a terra” (Êxodo 31:17).

Qualquer coisa diferente dessa compreensão da Criação é uma afronta à obra perfeita de Deus e uma denegrição do Seu nome.

Você deseja encontrar respostas para as perguntas que realmente importam? Então confira a apresentação do Pastor Doug Batchelor sobre“Evolução, Criação e Lógica”. A Criação de Deus é apenas o começo de Seu maravilhoso plano para a sua vida.

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