7 razões pelas quais o «Arrebatamento Secreto» não é bíblico
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Um facto surpreendente: No início do século XVI, o Império Asteca estava entre as civilizações mais poderosas do Hemisfério Ocidental. No entanto, em poucos anos, esta vasta nação de aproximadamente 5 milhões de habitantes sucumbiu perante uma pequena força de cerca de 500 soldados espanhóis liderados pelo conquistador Hernán Cortés. Como? Cortés tinha tomado conhecimento de uma antiga crença asteca — de que uma lendária divindade alada chamada Quetzalcoatl regressaria um dia do leste. Quando os navios espanhóis apareceram ao largo da costa do México em 1519, muitos indígenas questionaram-se se aquela profecia estaria a concretizar-se. Quando finalmente reconheceram as verdadeiras intenções dos espanhóis, o seu império já estava prestes a ruir. Uma profecia mítica, subtilmente explorada, revelou-se mais devastadora do que qualquer arma.
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Acredito que Satanás irá em breve utilizar exatamente o mesmo guião que Cortés usou contra os astecas.
Num futuro próximo, de acordo com as Escrituras, ele tentará fazer-se passar por Jesus Cristo e simular o Seu regresso à Terra. Mas, para levar a cabo este engano, ele precisa que os cristãos adotem uma visão distorcida do que a Segunda Vinda realmente representa.
É aqui que entra a doutrina conhecida como Arrebatamento Secreto.
Uma interpretação relativamente nova, tornou-se um dos ensinamentos mais amplamente aceites no cristianismo evangélico, popularizada por romances e filmes como a série Left Behind. A sua afirmação básica é que os cristãos fiéis desaparecerão repentina e silenciosamente da Terra, mas a vida continuará durante uma tribulação de sete anos antes do regresso público de Cristo.
Parece e dá uma sensação reconfortante. Mas não é bíblico.
Quando os discípulos perguntaram a Jesus sobre os sinais do Seu regresso, a primeira coisa que Ele disse foi: «Cuidai para que ninguém vos engane» (Mateus 24:4). Esse aviso deve estar no topo de qualquer discussão sobre a Segunda Vinda. A Bíblia dá-nos uma grande quantidade de detalhes sobre como Ele regressaria — não para satisfazer a curiosidade, mas para que ninguém fosse enganado por uma imitação.
Tendo isso em mente, eis sete razões pelas quais o «Arrebatamento Secreto» não se sustenta à luz das Escrituras.
1. Todos os olhos O verão
A palavra «arrebatamento» deriva de um termo latino que significa «ser arrebatado ou levado», e, nesse sentido, sim, haverá um arrebatamento. Quando Jesus regressar, os justos serão arrebatados para se encontrarem com Ele nos céus (1 Tessalonicenses 4:17).
No entanto, a Bíblia não apoia a ideia de que este evento será silencioso, local ou invisível para o resto do mundo:
Eis que Ele vem com as nuvens, e todos os olhos O verão, até mesmo aqueles que O traspassaram. E todas as tribos da terra prantearão por causa Dele (Apocalipse 1:7, ênfase acrescentada).
A expressão «todos os olhos» não deixa margem para uma aparição privada, pois não? Não se trata de um acontecimento regional nem de uma notícia transmitida por uma emissora local. Trata-se de uma revelação mundial e simultânea. A sua magnitude será impossível de ignorar. Jesus descreveu-a desta forma:
Pois, assim como o relâmpago vem do Oriente e brilha até ao Ocidente, assim será também a vinda do Filho do Homem (Mateus 24:27).
O relâmpago não surge silenciosamente. Não aparece apenas a um grupo restrito de pessoas. Ele rasga o céu de um horizonte ao outro. Jesus escolheu essa imagem para descrever o Seu regresso — um clarão visível em todo o mundo.
Os anjos que apareceram aos discípulos na ascensão de Jesus reforçaram esta ideia. Enquanto Jesus era levado para as nuvens, eles disseram: «Homens da Galileia, por que ficam aí a olhar para o céu? Este mesmo Jesus, que foi levado de entre vós para o céu, voltará da mesma forma que o vistes subir ao céu» (Atos 1:11).
Jesus partiu de forma visível. Ele regressará de forma visível. Partiu nas nuvens. Voltará nas nuvens. Era real quando partiu; será real quando regressar. Trata-se da mesma realidade física.
Um arrebatamento secreto exigiria que o regresso de Cristo fosse oculto à maioria da humanidade. Mas como é que isso se concilia com o facto de que «todos os olhos O verão»? As duas ideias não podem coexistir na mesma teologia.
2. O evento mais estrondoso da história da humanidade
A Bíblia não só nos diz que as pessoas verão Jesus a vir; como também descreve esse momento como um evento sonoro impressionante. Ninguém estará a dormir durante a Segunda Vinda:
Pois o próprio Senhor descerá do céu com um grito, com a voz de um arcanjo e com a trombeta de Deus. E os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois, nós, os que estivermos vivos e permanecermos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para ir ao encontro do Senhor nos céus (1 Tessalonicenses 4:16, 17).
Esta não é a banda sonora de um acontecimento silencioso. O Antigo Testamento também descreve acontecimentos divinos semelhantes em termos igualmente retumbantes:
- «O Senhor rugirá do alto e fará ouvir a Sua voz da Sua santa morada; rugirá poderosamente contra o Seu rebanho» (Jeremias 25:30).
- «O nosso Deus virá e não se calará; um fogo devorará diante d’Ele, e haverá grande tempestade à Sua volta» (Salmo 50:3).
O Deus da Segunda Vinda não está a regressar à Terra na ponta dos pés.
A imagem da trombeta remonta também ao Sinai, quando Deus entregou a Moisés os Dez Mandamentos. Antes de Moisés subir à montanha, os israelitas reuniram-se na sua base para ouvir Deus falar, e o que encontraram aterrorizou-os:
Então, ao terceiro dia, pela manhã, ouviram-se trovões e relâmpagos, e uma nuvem espessa cobriu a montanha; e o som da trombeta era muito alto, de tal forma que todo o povo que estava no acampamento tremeu (Êxodo 19:16).
Essa mesma trombeta, diz-nos a Escritura, soará quando Jesus descer do céu. Os salvos reunir-se-ão ao seu som; os ímpios fugirão dela — mas nem uma única alma na terra deixará de a ouvir.
A teoria do arrebatamento secreto requer um Jesus que venha discretamente e sem alarde. A Bíblia descreve um Jesus cujo regresso será o momento mais audível da história.
3. Não há segundas oportunidades
Um dos aspetos mais apelativos da teoria do Arrebatamento Secreto é a ideia reconfortante de que, mesmo que se perca o arrebatamento, terá mais sete anos para se reconciliar com Jesus. Parece misericordioso, mas contradiz diretamente o que as Escrituras ensinam sobre a definitividade do regresso de Cristo:
Pois o Filho do Homem virá na glória do Seu Pai com os Seus anjos, e então recompensará cada um de acordo com as suas obras (Mateus 16:27; ver também Apocalipse 22:12).
Repare que a Sua recompensa estará com Ele quando Ele vier. O autor da Epístola aos Hebreus reforça a urgência: «Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações» (4:7) — não durante uma tribulação futura. A janela para a decisão é o momento presente, e as Escrituras nunca sugerem que essa janela permaneça aberta para além da Segunda Vinda.
Isto está em consonância com uma das parábolas mais sérias de Jesus: as dez virgens em Mateus 25. Cinco estavam preparadas quando o noivo chegou; cinco não estavam. Quando as cinco que não estavam preparadas regressaram e bateram à porta, esta estava fechada. Não houve prorrogação, nem segunda oportunidade. «Vigiai, pois», concluiu Jesus, «pois não sabeis nem o dia nem a hora em que o Filho do Homem virá» (v. 13). O objetivo da advertência não é causar-vos ansiedade; é preparar-vos.
A misericórdia de Deus é imensa, a Sua paciência é longa, mas a Bíblia nunca retrata o regresso de Cristo como o início de uma nova oportunidade. Retrata-o como a conclusão definitiva desta.
4. Srepentino, não secreto
De todas as passagens bíblicas utilizadas para apoiar o Arrebatamento Secreto, 2 Pedro 3:10 é a que tem mais peso. O argumento é o seguinte: Jesus descreveu o Seu regresso como vindo «como um ladrão na noite» e, uma vez que os ladrões agem silenciosamente e sem serem vistos, o arrebatamento também deve ser silencioso e invisível.
À primeira vista, parece lógico, mas desmorona-se assim que se lê a passagem na íntegra: «Mas o dia do Senhor virá como um ladrão na noite, em que os céus passarão com grande estrondo, e os elementos se derreterão com calor ardente; tanto a terra como as obras que nela há serão queimadas.»
A primeira metade deste versículo é aquela que se ouve citar nos púlpitos que defendem o «Arrebatamento Secreto». A segunda metade é quase sempre omitida. Porquê? Porque Pedro não está a descrever um desaparecimento silencioso. Está a descrever uma dissolução cataclísmica. A metáfora do ladrão está lá, sim, mas o inferno também está.
Então, o que significa realmente a imagem do «ladrão»? O próprio Jesus explicou-o:
Se o dono da casa soubesse a que hora o ladrão viria, teria vigiado e não teria permitido que invadissem a sua casa. Por isso, estejam também vocês preparados, pois o Filho do Homem virá numa hora em que não o esperam (Lucas 12:39, 40).
Jesus está a referir-se à surpresa, não à discrição. Um ladrão não anuncia a sua chegada. Ele chega quando menos se espera. É para isso que Jesus está a chamar a atenção: os ímpios serão apanhados de surpresa.
Vamos comparar isto com o que Paulo diz: «Vós, irmãos, não estais nas trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como um ladrão» (1 Tessalonicenses 5:4). O que Paulo quer dizer é que os cristãos, que devem estar vigilantes e preparados, não serão apanhados de surpresa como os ímpios serão. A metáfora do ladrão não diz nada sobre o evento ser invisível ou silencioso. Na verdade, como já vimos, neste mesmo livro, Paulo diz-nos que Cristo descerá com um grito e a trombeta de Deus.
Um ladrão na noite é inesperado. A Segunda Vinda será, sem dúvida, inesperada para aqueles que não estiverem vigilantes. Mas «inesperado» e «secreto» são duas coisas diferentes, e confundir os dois levou milhões de cristãos a construir uma doutrina com base numa metáfora mal interpretada.
5. Dois destinos
Se o «ladrão na noite» é a passagem mais mal citada no debate sobre o Arrebatamento Secreto, Lucas 17:34–36 vem logo em segundo lugar:
Digo-vos que, naquela noite, haverá dois homens numa cama: um será levado e o outro deixado para trás. Duas mulheres estarão a moer juntas: uma será levada e a outra deixada para trás. Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro deixado para trás.
Os teóricos do Arrebatamento interpretam isto como uma descrição de cristãos que desaparecem repentinamente enquanto o resto do mundo continua a sua vida — pilotos a desaparecerem das cabines, condutores dos carros, crentes das suas camas. É uma imagem dramática, mas é também uma interpretação errada do que Jesus estava a dizer.
Como se vê, Jesus era um mestre da linguagem simbólica, e cada uma destas três imagens carrega um significado que o Seu público judeu do século I teria reconhecido.
- Os dois homens numa cama: Nas Escrituras, o sono é usado como símbolo da morte. Quando Lázaro morreu, Jesus disse: «O nosso amigo Lázaro dorme, mas vou para o acordar» — e depois esclareceu: «Lázaro está morto» (João 11:11, 14). A cama, então, aponta para a ressurreição. No último dia, os túmulos entregarão tanto os salvos como os perdidos. Dois terão estado a dormir na morte; um será ressuscitado para a vida eterna, o outro para o juízo.
- As duas mulheres a moer: Na profecia bíblica, uma mulher representa um corpo religioso (Jeremias 6:2). O grão representa a Palavra de Deus. Duas mulheres a moer lado a lado ilustram dois tipos de igrejas que realizam um trabalho aparentemente semelhante, ambas parecendo divulgar o evangelho, mas apenas uma detém a verdade. Quando Cristo regressar, a igreja fiel e a falsa serão finalmente separadas.
- Os dois homens no campo: Jesus identificou o campo noutro passagem: «O campo é o mundo» (Mateus 13:38). Dois trabalhadores a trabalhar lado a lado no mundo — missionários, pastores, professores — um verdadeiro, outro falso. Jesus advertiu que muitos viriam ter com Ele naquele dia, dizendo: «Senhor, Senhor, não profetizámos em Teu nome?», apenas para ouvirem: «Nunca vos conheci; afastai-vos de Mim» (Mateus 7:22, 23).
Em cada imagem, Jesus apresenta a mesma ideia simples, mas que nos faz refletir: no fim dos tempos, toda a humanidade será dividida em dois grupos — os salvos e os perdidos. Lado a lado na vida, separados para sempre na Sua vinda. O significado de «um levado e outro deixado» diz respeito a um de dois destinos finais, não a um plano para um desaparecimento em massa silencioso.
6. A Tribulação
De todos os pilares da teoria do Arrebatamento Secreto, este é o mais precário. O conceito de um período de tribulação de sete anos, durante o qual aqueles que não participaram no arrebatamento recebem uma segunda oportunidade de salvação, remonta à profecia das 70 semanas apresentada em Daniel 9:24–27 pelo anjo Gabriel.
Os teóricos do Arrebatamento Secreto pegam na última semana dessa profecia — a septuagésima semana, que representa sete anos — e separam-na das 69 semanas anteriores, e, em seguida, deslocam-na para o fim dos tempos. Esses sete anos, argumentam eles, constituem o período de tribulação que se segue ao arrebatamento secreto.
Mas, ao ler a profecia no seu contexto completo, essa interpretação desmorona-se. Gabriel disse a Daniel: «Setenta semanas estão determinadas para o teu povo e para a tua cidade santa» (Daniel 9:24). A profecia diz respeito a Israel e a Jerusalém. Trata-se de uma linha temporal unificada e contínua — 70 semanas consecutivas, não 69 semanas seguidas de um intervalo misterioso de milhares de anos antes da chegada da septuagésima.
A primeira metade dessa última semana aponta para Jesus. Descreve um período de três anos e meio durante o qual a aliança é confirmada, correspondendo ao ministério de Cristo. Termina com estas palavras: «Ele porá fim aos sacrifícios e às ofertas» (Daniel 9:27). Não se trata de um futuro anticristo a cancelar os rituais do templo. Trata-se de Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29), cuja morte na cruz completou todo o sistema de sacrifícios. O véu do templo rasgou-se em dois no momento em que Ele morreu. Os sacrifícios de animais tinham cumprido o seu propósito.
A segunda metade dessa última semana abrange os três anos e meio que se seguiram à ressurreição, o período do ministério dos apóstolos em Israel, que culminou com o apedrejamento de Estêvão e a subsequente orientação do evangelho para o mundo gentio. A septuagésima semana não é um acontecimento futuro. Já se cumpriu.
A sã doutrina não pode assentar num único versículo isolado. Tem de ser estabelecida pelo testemunho consistente de múltiplas passagens ao longo das Escrituras. Doutrinas como a salvação, o amor de Deus, a ressurreição e o regresso de Cristo estão entrelaçadas em dezenas de livros. A tribulação de sete anos, em contrapartida, assenta inteiramente numa única passagem que, lida no contexto, não descreve o que os teóricos do «Arrebatamento Secreto» afirmam que descreve.
7. Através da Tribulação
Há mais um problema profundamente prático com a interpretação do «Arrebatamento Secreto»: não tem precedentes. A ideia de que Deus retira o Seu povo da Terra antes de um período de intensa tribulação contraria praticamente todas as principais narrativas das Escrituras sobre a forma como Deus age.
Quando as dez grandes pragas se abateram sobre o Egito, Deus não transferiu os israelitas para Canaã antecipadamente. Ele manteve-os no Egito e libertou-os através das pragas. Da mesma forma, Deus libertará o Seu povo através das sete últimas pragas do Apocalipse. Quando Sadraque, Mesaque e Abednego foram lançados na fornalha de Nabucodonosor, Deus não impediu que fossem lançados lá dentro. Ele encontrou-os no meio das chamas. Quando Noé enfrentou a destruição do mundo, Deus não o transportou para um local seguro antes de o dilúvio chegar. Ele conduziu-o através dele na arca.
O padrão é inconfundível: o método de Deus não é a extração; é a preservação: «Quando passares pelas águas, eu estarei contigo; e pelos rios, eles não te submergirão. Quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama te consumirá» (Isaías 43:2).
A teoria do Arrebatamento Secreto tenta oferecer aos cristãos uma falsa segurança — uma segunda oportunidade ou uma forma de sair da história durante a maior provação. Mas esse não é o Deus das Escrituras. Ele é Emanuel, Deus connosco, seja qual for a tribulação que se avizinhe. «Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo» (Mateus 24:13).
O que está em jogo é muito importante
O povo de Deus interpretou mal as profecias sobre a primeira vinda do Messias, e muitos estavam despreparados e até rejeitaram Jesus porque Ele não veio como esperavam. O diabo está agora a fazer o mesmo novamente em relação à segunda vinda de Cristo. Satanás tem vindo a aperfeiçoar a arte do engano há milhares de anos, e o «Arrebatamento Secreto» é uma das suas estratégias mais eficazes. Não pede aos cristãos que abandonem a sua fé; pede-lhes que mantenham uma visão distorcida de como a história termina. E essa distorção, adverte a Escritura, pode revelar-se fatal.
O engano sobre o qual Jesus advertiu em Mateus 24:24 não será grosseiro nem obviamente falso. Será sofisticado, convincente e, superficialmente, bíblico. Parecerá ser a coisa verdadeira.
O antídoto é a preparação. Deus deu-nos tudo o que precisamos para reconhecer a verdadeira Segunda Vinda. Será visível a todos os olhos na Terra. Será acompanhada por sons que abalarão os céus. Trará o julgamento, sem prorrogações. E quando chegar, os justos serão arrebatados para O encontrar nos céus, num momento tão magnífico e inconfundível que nenhuma falsificação poderá sequer aproximar-se.
O «Arrebatamento Secreto» pede-lhe que esteja atento a um Jesus que chega discretamente. A Bíblia pede-lhe que esteja atento a um Jesus que rasga os céus. Saiba distinguir a diferença e não será enganado.