Justiça no Calvário

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Sabe-se que ele foi o autor da pior decisão isolada da história da Suprema Corte dos Estados Unidos — o caso pró-escravidão Dred Scott v. Sandford.

O presidente da Suprema Corte, Roger Taney, já foi mais moderado na questão da escravidão. Quando jovem, ele chamou a escravidão de “mancha em nosso caráter nacional”. Mas, na velhice, suas opiniões se endureceram; ele acreditava que homens e mulheres de ascendência africana eram inferiores e não tinham direitos. Na verdade, a decisão no caso Dred Scott foi uma mancha no caráter da nação.

Satanás tentou deixar uma mancha no caráter de Deus, alegando que a santa lei não pode ser cumprida e deve ser descartada. Mas o Calvário provou o contrário. A morte de Cristo confirmou a necessidade da lei. A Bíblia ensina que os mandamentos de Deus são o código de conduta eterno do céu. “As obras das Suas mãos são verdade e justiça; todos os Seus preceitos são fiéis. Permanecem para sempre e sempre, e são feitos com verdade e retidão” (Salmo 111:7, 8).

Para que a humanidade fosse salva, a morte de Cristo era necessária para que Deus mantivesse Sua justiça e retidão. Por meio do sacrifício perfeito de Jesus, o Senhor pôde ser ao mesmo tempo justo e misericordioso. A morte de Cristo satisfez a justiça divina, e Deus se dispôs a aceitá-la em lugar da nossa morte.

As pessoas podem optar por rejeitar o sangue expiatório de Jesus e não receber o perdão de seus pecados. Ao fazer isso, tornam-se alvo da ira de Deus contra a injustiça. “Quem crê no Filho tem a vida eterna; mas quem não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele” (João 3:36).

O sacrifício expiatório de Cristo por você foi a melhor decisão de toda a

história do universo. Você já aceitou Jesus como seu Salvador?

Aplique isso:

Você consegue pensar em um dos melhores juízes da história da Bíblia?

Aprofunde-se:

Deuteronômio 16:19; 1 Reis 10:9; Salmo 89:14